Quem estudava no Cruzeiro do Sul em regime de internato costumava assistir os cultos,aos domingos à noite, na Igreja da Ascensao, localizada na antiga Avenida Belém.
Eles passavam pelo "caminho" e poucos minutos depois já estavam naquela área verde e nas dependências da Igreja.
O badalar do sino avisava que o culto já iria começar.
Ouvia-se então o som do órgão ....
Eu ficava maravilhada .....e todos, em pé, cantavam o hino.
Muitas vezes, após o culto, entrava pelo salão de festas e corria para perto do instrumento.
Sem conseguir me conter, sentava no banco e tocava, de ouvido, "Noite Feliz'..
Meus pés mal alcançavam os pedais...eu tinha de fazer muita ginástica já que não passava de uma criança de uns 9 ou 10 anos.
O reverendo, após o culto, costumava ir para a frente da igreja cumprimentar e conversar com os participantes..E eu nao queria sair de perto do órgão....tocava bem baixinho, do meu jeito....
Mais tarde, com os coleguinhas, costumava brincar na área verde, cheia de flores e árvores frutíferas, na tentativa de conseguir alguma pitanga, araçá ou coisa parecida para comer, já que as peras cresciam em árvores muito altas e eram difíceis de serem colhidas.
Na volta para casa, percorríamos a mesma trilha.'...,Iamos olhando as flores, plantas, até avencas cresciam nas áreas mais úmidas.Se fosse à noite, usávamos uma lanterna para iluminar o "caminho encantado".
Os alunos então retornavam para seus alojamentos e os moradores do bairro iam para suas casas.
Assim eram os domingos, na Igreja da Ascensão
Regina Lemos.
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terça-feira, 28 de julho de 2009
Igreja da Ascensão
Quem estudava no Cruzeiro do Sul em regime de internato costumava assistir os cultos,aos domingos à noite, na Igreja da Ascensao, localizada na antiga Avenida Belém.
Eles passavam pelo "caminho" e poucos minutos depois já estavam naquela área verde e nas dependências da Igreja.
O badalar do sino avisava que o culto já iria começar.
Ouvia-se então o som do órgão ....
Eu ficava maravilhada .....e todos, em pé, cantavam o hino.
Muitas vezes, após o culto, entrava pelo salão de festas e corria para perto do instrumento.
Sem conseguir me conter, sentava no banco e tocava, de ouvido, "Noite Feliz'..
Meus pés mal alcançavam os pedais...eu tinha de fazer muita ginástica já que não passava de uma criança de uns 9 ou 10 anos.
O reverendo, após o culto, costumava ir para a frente da igreja cumprimentar e conversar com os participantes..E eu nao queria sair de perto do órgão....tocava bem baixinho, do meu jeito....
Mais tarde, com os coleguinhas, costumava brincar na área verde, cheia de flores e árvores frutíferas, na tentativa de conseguir alguma pitanga, araçá ou coisa parecida para comer, já que as peras cresciam em árvores muito altas e eram difíceis de serem colhidas.
Na volta para casa, percorríamos a mesma trilha.'...,Iamos olhando as flores, plantas, até avencas cresciam nas áreas mais úmidas.Se fosse à noite, usávamos uma lanterna para iluminar o "caminho encantado".
Os alunos então retornavam para seus alojamentos e os moradores do bairro iam para suas casas.
Assim eram os domingos, na Igreja da Ascensão
Regina Lemos.
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